Muitas vezes, quando saímos de um relacionamento afetivo, ficamos com aquela sensação de ter sobrevivido a uma avalanche e nos perguntamos “O que foi que eu me fiz?”. Será que essa sensação seria a mesma se tivéssemos nos perguntado “O que é que estou me fazendo?”, desde o início da relação?Com certeza, é muito difícil assegurar por qualquer meio, que um relacionamento não vá nos fazer sofrer se chegar ao fim (pasmem, mas ainda existem sim casamentos para a vida toda).
Entretanto, podemos tomar alguns cuidados para não sermos literalmente “consumidos”, por uma relação com alguém portador de desequilíbrios mais graves que os nossos próprios (é isso mesmo, todos nós precisamos de terapia e temos nossas manias, neuroses, fobias e afins).
Vocês podem estar pensando: “Mas de onde a Kika tirou que vou encarar um relacionamento com alguém desequilibrado?”...
Podem acreditar, muitos desequilíbrios são tão camuflados, que não são perceptíveis! O próprio portador trata de camuflá-los, não das outras pessoas, mas de si mesmo, por não querer ou não ter condições de encará-los.
Entretanto, podemos tomar alguns cuidados para não sermos literalmente “consumidos”, por uma relação com alguém portador de desequilíbrios mais graves que os nossos próprios (é isso mesmo, todos nós precisamos de terapia e temos nossas manias, neuroses, fobias e afins).
Vocês podem estar pensando: “Mas de onde a Kika tirou que vou encarar um relacionamento com alguém desequilibrado?”...
Podem acreditar, muitos desequilíbrios são tão camuflados, que não são perceptíveis! O próprio portador trata de camuflá-los, não das outras pessoas, mas de si mesmo, por não querer ou não ter condições de encará-los.
O que temos que considerar, é que todos somos portadores de carências, vivendo em um mundo onde cada vez menos as pessoas dedicam tempo e atenção à elas mesmas e aos que as cercam. Um mundo onde o que existe é medo de dizer um bom dia à alguém desconhecido, ou mesmo de ofertar um sorriso.
Assim, carentes, quando entramos em um relacionamento, nos sentimos como se tivéssemos encontrado o País Das Maravilhas, onde tudo é lindo, encantador, e somos as criaturas mais felizes sobre a face da terra, e tudo o que queremos é que essa felicidade seja eterna.
É aí que se esconde a rainha cruel desse País Das Maravilhas:
Numa tentativa vã de perpetuar aquilo que na verdade é uma fase natural em todos os relacionamentos, e permitirmos que ele evolua, corremos o sério risco de fechar nossos olhos e abdicar de nós mesmos para não desagradar, e assim não perder aquela pessoa “tão especial”.
Isso ocorre de forma gradual, mas crescente e extremamente nociva, pois passamos a ficar em casa quando nosso desejo era sair, a gostar de azul quando na verdade preferimos o rosa, a escolher uma massa em uma cantina, quando queríamos estar em uma churrascaria saboreando uma picanha, a nos contentarmos com o singelo quando sempre gostamos do sofisticado.
Essa abdicação do próprio eu, vai corroendo nossa auto-estima e nossa auto-confiança, numa relação viciada, que se fosse saudável provavelmente se estenderia por muito mais tempo ou se tornaria definitiva; uma relação na qual, ao chegar ao final, nos vemos desleixados, fazendo o que não gostamos, e, sobretudo, não nos reconhecendo.
Só então costumamos nos questionar sobre o relacionamento, aquele já não mais existe mas que quase nos aniquilou por termos agido como crédulas Alices naquele País Das Maravilhas.
Assim, carentes, quando entramos em um relacionamento, nos sentimos como se tivéssemos encontrado o País Das Maravilhas, onde tudo é lindo, encantador, e somos as criaturas mais felizes sobre a face da terra, e tudo o que queremos é que essa felicidade seja eterna.
É aí que se esconde a rainha cruel desse País Das Maravilhas:Numa tentativa vã de perpetuar aquilo que na verdade é uma fase natural em todos os relacionamentos, e permitirmos que ele evolua, corremos o sério risco de fechar nossos olhos e abdicar de nós mesmos para não desagradar, e assim não perder aquela pessoa “tão especial”.
Isso ocorre de forma gradual, mas crescente e extremamente nociva, pois passamos a ficar em casa quando nosso desejo era sair, a gostar de azul quando na verdade preferimos o rosa, a escolher uma massa em uma cantina, quando queríamos estar em uma churrascaria saboreando uma picanha, a nos contentarmos com o singelo quando sempre gostamos do sofisticado.
Essa abdicação do próprio eu, vai corroendo nossa auto-estima e nossa auto-confiança, numa relação viciada, que se fosse saudável provavelmente se estenderia por muito mais tempo ou se tornaria definitiva; uma relação na qual, ao chegar ao final, nos vemos desleixados, fazendo o que não gostamos, e, sobretudo, não nos reconhecendo.
Só então costumamos nos questionar sobre o relacionamento, aquele já não mais existe mas que quase nos aniquilou por termos agido como crédulas Alices naquele País Das Maravilhas.
Por isso, é importante sempre lembrarmos que numa relação saudável, é preciso caminhar lado a lado, e, contraditoriamente, a única maneira de obtermos isso, é nos colocando em primeiro lugar, nos respeitando; afinal se nós mesmos não nos respeitarmos e colocarmos sempre a vontade do outro em primeiro lugar, como esperaremos que a outra pessoa nos respeite?
Não tenha medo de expor sua opinião, você tem direito à ela; se algo lhe desagrada na outra pessoa, abra o jogo, pois se ela lhe respeitar vai procurar, junto com você, buscar um meio termo que agrade à ambos. Não fique esperando que a outra pessoa mude no futuro, isso não existe! Se você espera que ela mude, você a está idealizando, e não é quem você queria: quem você queria é alguém igual à pessoa que você espera que o outro se torne um dia.
E, nunca, nunca mesmo, fique com alguém para não decepcionar os outros, pois você é responsável por sua felicidade, e não pela dos outros.
Futuramente, nos aprofundaremos gradativamente, em todos esses aspectos que foram abordados, mas acho que essa amostragem já fornece bases para um questionamento e uma avaliação básicos.
Afinal, bom mesmo é ser feliz e mais nada!
Abreijões carinhosos da
Não tenha medo de expor sua opinião, você tem direito à ela; se algo lhe desagrada na outra pessoa, abra o jogo, pois se ela lhe respeitar vai procurar, junto com você, buscar um meio termo que agrade à ambos. Não fique esperando que a outra pessoa mude no futuro, isso não existe! Se você espera que ela mude, você a está idealizando, e não é quem você queria: quem você queria é alguém igual à pessoa que você espera que o outro se torne um dia.
E, nunca, nunca mesmo, fique com alguém para não decepcionar os outros, pois você é responsável por sua felicidade, e não pela dos outros.
Futuramente, nos aprofundaremos gradativamente, em todos esses aspectos que foram abordados, mas acho que essa amostragem já fornece bases para um questionamento e uma avaliação básicos.
Afinal, bom mesmo é ser feliz e mais nada!
Abreijões carinhosos da
Kika Krepski ®
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